Hello there (my nightmare angel). Sei que faz muito tempo que eu não posto, e sei que ninguém ao menos sabe da existência do blog, mas, é, eu sinto falta de fazer alguma coisa da qual eu gosto de vez em quando.
Se observarem, vão perceber que a primeira postagem do blog (não a apresentação), foi uma resenha de Caçadores de Bruxas, da série Dragões de Éter. Minha intenção era de continuar com esse assunto, ter um blog literário, mas eu acabei tendo que me empenhar mais no colégio e diminuí meu ritmo de leitura. Por esse motivo eu fiz o post sobre Awkward, só porque não tinha sobre qual livro falar (porque não estava lendo, e não queria falar de coisas pela metade porque li há mil anos atrás), e porque também amo séries de TV. Tudo bem, eu fiz postagens sobre The Vampire Diaries e The Mark of Athena, e acabei saindo do meu foco principal.
Mas, voltando, eu percebi que não tenho muito jeito com essas coisas. Eu não sou organizada a esse ponto. Consequentemente não consigo manter um ritmo de postagens e isso acaba me incomodando. Eis então, que eu abro o YouTube e vou ver um vídeo que uma amiga tinha mandado, do cabineliterária (youtube.com/cabineliteraria). A partir daí, eu encontrei outros vlogs com o mesmo assunto (e com outros assuntos que me interessaram também), e percebi que como sou melhor falando quando se trata de livros do que escrevendo (e que gosto de editar vídeos), tentar um vlog literário não seria algo tão ruim.
Coincidentemente, dois dias depois, outra amiga minha sugeriu que eu fizesse um vlog quando falei de Chroma Key (tela verde), e nós conversamos a respeito. Tudo bem, eu considerei mesmo a ideia. Mas sou tímida. Tímida a um ponto que chega a ser ridículo. Por exemplo, se alguém do meu colégio me visse, no início de tudo, provavelmente zombariam de mim.
Mas daí eu pensei: Ué, pra zombarem, precisariam ver, e se vendo, eles aumentam meus views, consequentemente me ajudando com a publicidade (BAZINGA!).
Depois de muito pensar (quinze minutos, por aí - you know what I mean), resolvi que teria que me arriscar pra saber. Na pior das hipóteses eu não teria muitas visualizações e excluiria o vídeo (e sofreria com piadas de amigos pelo resto da vida).
Tomei vergonha na cara, abri um documento no Google Docs e comecei a fazer tópicos sobre livros que tinha lido e gostado, agora devem ter uns sete/oito no total. Depois de prontos, pensei em um nome pro vlog, afinal, precisa ser simples e original. Já que eu não tinha ideia nenhuma, resolvi usar o nome do blog (sim, tresecinco), que tem esse nome porque resolvi criá-lo às 3:05 da madrugada.
Nome pronto, tópicos feitos. Agora, uma câmera que capte um áudio de qualidade e tenha uma imagem, ao menos, nítida. Minha webcam não funcionaria, isso já era certeza. Mas eu tenho uma câmera digital que filma em HD, ótimo. Fora isso, minha mãe tem uma câmera semi-profissional e acho que consigo sobreviver com isso.
Mas... e as edições? Agora sim, o ponto alto de toda essa reflexão idiota. Apesar de gostar (e muito) de editar vídeos, meu computador estragou e eu só fiquei com meu notebook. O problema é que meu notebook é do tipo que desliga sozinho (talvez pelo fato de eu fazer muita merda nele, mas relevemos), e... vai que desliga enquanto o vídeo tá salvando, depois de duas horas cortando/juntando/melhorando?! Eu não me arriscaria.
Então, sim, eu só fiz esse post pra expressar minha raiva (muito mal expressada) com os computadores da minha casa. De todas as complicações, essa é a maior delas. E a pior, levando em conta que não tem como correr o risco de perder edições sempre.
Mas também fiz o post pra avisar que isso é possível sim, e que talvez algum dia vocês me vejam falando porcaria no YouTube, e que o blog provavelmente vai voltar a ter um foco literário. Tudo bem? Sendo a resposta sim ou não, não faz diferença, ninguém lê o que eu escrevo. Se você por algum milagre caiu aqui, e leu o post inteiro, obrigado pela atenção, espero que tenha aproveitado pelo menos alguma coisa, e desculpe pelo tamanho e pelos possível erros gramaticais.
sábado, 22 de junho de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Bates Motel
Você se lembra do Charlie, na versão mais atual de A Fantástica Fábrica de Chocolates? O ator que o representou, Freddie Highmore, cresceu e, agora, é o protagonista da série de TV Bates Motel ao lado de Vera Farmiga.
A série relata fatos ocorridos durante a adolescência de Norman Bates, que muda de cidade após a morte do pai. Ele e a mãe, Norma Bates (Vera Farmiga), compram um motel por hipoteca com a intenção de começar uma nova vida, sem lembranças de quando viviam com o pai do garoto.
Norman Bates é originalmente personagem do filme norte-americano Psicose, da década de 1960; com roteiro criado a partir do livro de Robert Bloch. A série se passa antes dos acontecimentos do filme, explicando o relacionamento de Norman com a mãe e os problemas que enfrentaram.
A série me pareceu ser de terror e, sei lá, quis ver. Confesso que esperava assassinatos em série e coisas do tipo, considerando o filme, mas não é exatamente assim. Norman também passa por dificuldades comuns, com família, garotas etc. Apesar disso, a série não decepciona. O suspense criado pelos produtores é muito bom, sem parecer patético ou pesado demais. Nos poucos episódios lançados até agora (a série ainda está na primeira temporada), só levei um único susto, e confesso que pensei "Asiática filha da puta!".
Se você está procurando uma série que ainda esteja no início, que tenha suspense/mistério e um enredo original, Bates Motel é perfeita. Psicose foi eleito o 18º melhor filme de todos os tempos, é de se esperar alguma coisa, não?
quinta-feira, 25 de abril de 2013
The Heroes os Olympus — The Mark of Athena
Além de mim, mais alguém está ansioso para o lançamento de MoA, mesmo já tendo lido o livro? Certo, se você não está entendendo nada do que eu digo, vou explicar. Acho que posso dizer que a maioria das pessoas que curte Literatura já leu, quer ler, ou já ouviu falar em Percy Jackson e Os Olimpianos. A saga foi escrita foi Rick Riordan e o último livro, O Último Livro, foi lançado no Brasil em 2010. Um ano depois, a editora Intríseca lançou O Héroi Perdido, primeiro volume de uma saga completar a PJO — Os Heróis do Olimpo. Seguindo o padrão, em 2012 foi lançado o segundo livro, O Filho de Netuno. A partir da saga completar, a história sobre mitologia grega se torna sobre mitologia greco-romana, e não é necessário que você tenha lido a primeira saga para entender a segunda.
Voltando ao assunto principal, amanhã (26/04), além do lançamento de Homem de Ferro 3 (para quem não sabe, eu sou fã de super-heróis, e principalmente da Marvel), A Marca de Atena chega as lojas! Se você é um semideus como eu, entende como isso é bom — e eu já li o livro, dois dias depois de ser lançado nos E.U.A. De qualquer forma, alguém já leu e/ou está ansioso pro lançamento?
Voltando ao assunto principal, amanhã (26/04), além do lançamento de Homem de Ferro 3 (para quem não sabe, eu sou fã de super-heróis, e principalmente da Marvel), A Marca de Atena chega as lojas! Se você é um semideus como eu, entende como isso é bom — e eu já li o livro, dois dias depois de ser lançado nos E.U.A. De qualquer forma, alguém já leu e/ou está ansioso pro lançamento?
terça-feira, 2 de abril de 2013
3 motivos para gostar de The Vampire Diaries
E então você me pergunta: "Mas você gosta de TVD?!"
É, eu gosto, vai me processar? E aqui estão os principais motivos:
1. Vampiros não brilham no seriado.
Sem querer criticar Crepúsculo, Stephanie Meyer ou os fãs (mas já criticando), vampiros que brilham não são vampiros. Antes que venham me xingar; sim, eu já li os livros. Todos eles. Da mesma forma que muitos fãs, antes dos filmes e antes disso tudo. Nunca gostei.2. A super-ficção e o romance idiota são até legais.
Ah, sim, eu sou totalmente Delena. Mas, convenhamos, a Elena e o Damon juntos não têm tanta graça quanto o Damon enchendo porque ela está com o Stefan.
A maioria das pessoas que não assiste, justifica tal fato com o romance presente na série. Se você realmente não gosta, tudo bem, sem bullying com os coleguinhas. Mas nunca ter visto e julgar assim eu não acho justo.
Eu nunca gostei de romances, comédias românticas e o caralho à quatro. A primeira temporada tem, sim, um romance entre Stefan e Elena, mas não é nada insuportável. Até porque, nada que é bom (para eles) dura pra sempre, e tinha que ter algo para atrapalhar. Em cada temporada há um empecilho (sim, eu acredito que vá acabar em Stelena, é o foco da série), na primeira é o Damon, o irmão "perverso" e outras pessoas além. Com o tempo aparecem bruxas, lobisomens e espíritos pra deixar a história mais clichê. Porque tudo que fala sobre vampiros precisa falar sobre lobisomens? Na atual temporada, todos buscam por uma cura para o vampirismo, que estava protegida pelo primeiro imortal do planeta, mas a dose é única. Ou seja, confusão.
3. Caroline Forbes é uma das vampiras mais perfeitas já inventadas.
Se você acompanha a série assim como eu, entende o que quero dizer. Se não, vai precisar ver para entender!
Awkward
Ninguém aqui sabe (se é que existe alguém aqui), mas eu tenho uma lista com mais de 40 séries de TV que acompanho/vi. Talvez seja um vício, sei lá.
Há umas três semanas atrás, eu entrei em um blog e vi que o autor fazia resenhas sobre séries (e não, eu não resolvi copiá-lo) e que pedia sugestões aos leitores. Em um dos posts, alguém falou sobre Awkward e eu resolvi pesquisar sobre. É um seriado da MTV, com poucos episódios e apenas duas temporadas.
Há umas três semanas atrás, eu entrei em um blog e vi que o autor fazia resenhas sobre séries (e não, eu não resolvi copiá-lo) e que pedia sugestões aos leitores. Em um dos posts, alguém falou sobre Awkward e eu resolvi pesquisar sobre. É um seriado da MTV, com poucos episódios e apenas duas temporadas.
A série fala sobre Jenna, uma típica adolescente americana que não é nada popular. Pensando assim, parece clichê (e eu confesso que mesmo depois de saber mais eu achei meio idiota). O engraçado é que, logo no início, Jenna reclama da vida e finge estar se matando ("Aspirin take me away") com dois comprimidos, ela escorrega, derruba o vidro dos remédios e seu secador cai na banheira. Quando a encontram, pensam que realmente tentou suicídio. Então você pensa: Mas reclamando de quê? Durante o verão, ela fica com um dos garotos mais desejados do colégio, mas ele não assume nada.
Meio dramático, mas, ah, drama gera capital.
Jenna volta ao colégio com o braço engessado e as pessoas começam a acreditar que ela tenha tentado cometer suicídio. Ela se volutaria para participar de um pequeno jogo que acontece na escola (e acaba ganhando), conhece Jake, o melhor amigo de Matty (com quem havia ficado no verão), e com o tempo os dois acabam virando amigos. Depois de uma pequena confusão, ela descobre que... hm, veja por si só.
A série é simples, e cada episódio tem em média 20min. A terceira temporada já está confirmada pela MTV, só não há previsão de lançamento.
Eu não sei porquê, já que comecei vendo por algo tão banal e não achei tão interessante no início, mas me apaixonei pela série. Sabe aqueles desenhos da Nickelodeon, Disney etc (R.I.P. Jetix)? São simples, mas no fim todo mundo ama, não?
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Dragões de Éter — Caçadores de Bruxas
Eu ainda não terminei a trilogia, mas posso dizer, com todas as palavras, que Dragões de Éter prendeu minha atenção — e me fez trocar um livro pelos três em promoção e interar mais alguma coisa.
Sinopse
(Vol.1) — Nova
Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de
fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres
racionais, algumas delas se voltam contra as antigas raças. E assim
nasce a Era Antiga. Essa influência e esse temor sobre a humanidade
só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o
que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a
histórica e violenta Caçada de Bruxas. Primo Branford é hoje o Rei
de Arzallum, e por 20 anos saboreia, satisfeito, a Paz. Nos últimos
anos, entretanto, coisas estranhas começam a acontecer… Uma menina
vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado com magia negra.
Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas
silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela
magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais
sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e
esquecido, retorna dos mares com um obscuro e ainda pior sucessor. E
duas sociedades criminosas entram em guerra, dando início a uma
intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família
real. E mudará o mundo. [Saiba mais em http://www.raphaeldraccon.com/blog/]
Eu
já tinha ouvido falarem muito bem sobre o livro, mas nunca tinha
tido curiosidade o bastante para conferir a sinopse. Quando
me deparei com isso, a primeira coisa que pensei foi:
Outro
livro sobre batalhas e reinos? Nah.
Mas eu já tinha comprado os três volumes e resolvi que deixá-los
de lado não seria uma opção. Quando
abri o livro, a primeira coisa que pensei foi:
Esse
cara é foda.
E isso na primeira página. Eu geralmente dou preferência a livros
em primeira pessoa, mas Dragões de Éter é diferente. É o tipo de
texto onde o autor expõe sua própria opinião sobre o assunto, e os
vários lados da situação. O que Raphael Draccon faz explicando o
ponto de vista do "lobo mal" é impressionante.
"Primeiro,
o assassino.
Certo,
se você está acompanhando e entendendo a narração pelo ponto de
vista humano
da narrativa e, por esse prisma, o lobo gigantesco nada mais é que
um assassino sanguinário de senhoras solitárias e indefesas. Mas
você não pensaria assim se compreendesse os fatos pelo lado animal
da história. Pois estamos falando de um lobo faminto carnívoro e de
uma humano que resolveu por vontade própria morar sozinha no meio da
floresta!" (Dragões
de Éter, Vol.1 — Caçadores de Bruxas, pág. 25).
Não sei se já ouviram falar
sobre o assunto principal dos livros; contos de fadas. Mas não
simples contos de fadas, Raphael Draccon liga as histórias com
perfeita concordância e explica coisas que nunca entendemos quando
líamos as versões originais. Nomes? Me diga em quais contos de
fadas os personagens tem nomes razoáveis — ou até mesmo nomes.
História? No meu ponto de vista, contos de fadas são curtos e sem
muito envolvimento. Exemplo: em nenhuma das versões de Chapéuzinho
Vermelho, se consegue uma explicação pela avó morar sozinha
afastada de tudo e todos. Em João e Maria, fica claro um final
feliz, mas nunca foi explicado como as pessoas reagiram ao que as
crianças contaram. Ninguém nota isso quando se tem cinco anos de
idade — e depois perde-se o interesse —, é verdade. Mas são
coisas que têm importância em uma história mais desenvolvida como
Dragões de Éter.
O autor encontrou uma maneira de
contar histórias de outro jeito, com várias visões "da
coisa". É fascinante como ele explica as razões pelas quais os
personagens se tornaram lendas. Parabéns, Raphael, por conseguir
ligações com contos de fadas que ninguém nunca havia conseguido
antes. Espero que tenham gostado (:
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Hey there
Por que Três e Cinco? Cara, essa é uma das poucas vezes na vida em que posso explicar alguma coisa que digo/faço. Eu simplesmente olhei pro relógio quando pensei em criar o blog, e eram três e cinco da manhã. Mas não me pergunte o que pretendo postar aqui, só... resolvi criar. Talvez sobre minha vida nem tão legal. Talvez sobre livros e séries de TV. Talvez eu seja alguma aspirante à John Watson e queira ter sucesso por textos aleatórios e contos nem tão reais.
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